O Tribunal notificou o Conselho Nacional de Juventude (CNJ) sobre uma providência cautelar relactiva à caducidade do mandato do seu presidente e dos respectivos órgãos sociais.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
Segundo fontes jurídicas, a Mesa da Assembleia Geral, anteriormente presidida por Jackeline Saturnino, terá violado os prazos de convocação da VIII Assembleia, o que representa uma grave violação aos estatutos da organização.
Para contornar a situação, e após várias contestações de associações membros com pleno direito de voto, Isaías Kalunga terá pressionado os órgãos sociais (já sem legitimidade) a convocar um Conselho de Representantes Permanentes (CRP). Esta reunião acabou por decidir sobre matérias fora da sua alçada, agravando as violações estatutárias.
Outra irregularidade apontada é a permanência de Isaías Kalunga na liderança do CNJ, mesmo com o mandato caducado e suspenso pela União Nacional dos Estudantes Angolanos (UNE-ANGOLA).
Críticos acusam Isaías Kalunga de criar a figura inédita de presidente independente, algo sem precedentes na história do CNJ, gerindo o CNJ como se fosse uma empresa privada.
Fonte: VJ Voz da Juventude.
