Close Menu
Portal TV Nzinga
    O que há de novo

    ENCONTRO COM O REI DO KONGO E O PRÍNCIPE DO N’DONGO REFORÇA LAÇOS HISTÓRICOS E CULTURAIS ENTRE OS ANTIGOS REINOS DE ANGOLA 

    Agosto 8, 2026

    MINISTRA DAS PESCAS INDUZIDA AO ERRO PELO DIRECTOR DA FISCALIZAÇÃO DAS PESCAS

    Agosto 7, 2026

    COLECTIVO DE TRABALHADORES DESPEDIDOS INJUSTAMENTE PELA SONANGOL PREPARA MANIFESTAÇÃO DE 4 DIAS EM FRENTE DO EDIFÍCIO DA SONANGOL 

    Agosto 5, 2026

    Assinar atualizações

    Receba as últimas notícias.

    Facebook X (Twitter) Instagram
    Trending
    • ENCONTRO COM O REI DO KONGO E O PRÍNCIPE DO N’DONGO REFORÇA LAÇOS HISTÓRICOS E CULTURAIS ENTRE OS ANTIGOS REINOS DE ANGOLA 
    • MINISTRA DAS PESCAS INDUZIDA AO ERRO PELO DIRECTOR DA FISCALIZAÇÃO DAS PESCAS
    • COLECTIVO DE TRABALHADORES DESPEDIDOS INJUSTAMENTE PELA SONANGOL PREPARA MANIFESTAÇÃO DE 4 DIAS EM FRENTE DO EDIFÍCIO DA SONANGOL 
    • MILHÕES DO ESTADO E O SAQUE QUE ÓSCAR TITO CARDOSO “COM MÃOS DE FERRO DE EDELTRUDES COSTA”: PGR ARQUIVOU, ENGAVETOU O QUE SE DELAPIDOU?
    • CANDONGA E MIXA: UNIVERSIDADE ÓSCAR RIBAS FAZ MIXA COM A CERIMÓNIA DE OUTORGA DE DIPLOMAS
    • CAMPANHA CONTRA MACON PARA GARANTIR PROTEÇÃO DE VIDA HUMANA
    • MILITANTES DA COMUNA DE CACUACO REAFIRMAM APOIO À CANDIDATURA DO CAMARADA FERNANDO FRANCISCO JOÃO AO CARGO DE PRIMEIRO SECRETÁRIO MUNICIPAL DO MPLA EM CACUACO
    • CIDADÃO DENUNCIA ADMINISTRADOR MUNICIPAL DO HOJI-YA-HENDA DE AMEAÇÁ-LO COM ARMA DE FOGO E QUESTIONA DEMORA NA TRAMITAÇÃO DO PROCESSO NO SIC
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Portal TV Nzinga
    Subscribe
    Domingo, Agosto 9
    • HOME
    • POLITICA
    • TV NZINGA
    • OPINIÃO
    • CRIME
    • SOCIEDADE
    • RUBRICA (Jovens de Pulunguza)
    Portal TV Nzinga
    Início » POUCO MAIS DE UM ANO DEPOIS – OS IMPACTOS DO ABANDONO DE ANGOLA À OPEP E SUAS IMPLICAÇÕES
    Opiniões

    POUCO MAIS DE UM ANO DEPOIS – OS IMPACTOS DO ABANDONO DE ANGOLA À OPEP E SUAS IMPLICAÇÕES

    AdministradorBy AdministradorAbril 22, 2025Sem comentários5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Nota: O presente artigo conta com pareceres de diplomatas de países pertencentes à OPEP, acreditados em Angola.

    • Faz pouco mais de um ano desde que Angola abandonou oficialmente a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, abreviadamente designada por (OPEP). De lá para cá, a situação do sector do petróleo e gás no nosso país sofreu alterações significativas. Angola, anteriormente um dos maiores produtores de petróleo de África, conseguiu aumentar a produção sem restrições da organização desde que saiu da referida plataforma. No entanto, de acordo com analistas, isto não levou a um aumento significativo das receitas se tivermos em linha de atenção o facto de que apesar do propalado aumento da produção os preços do petróleo continuam voláteis e a falta de coordenação com a OPEP privou Angola de influência no mercado global.

    DO APELO DE PAÍSES AFRICANOS VOLTADOS AO RETORNO IMEDIATO DE ANGOLA À OPEP…
    • Um número significativo de representantes de Estados africanos membros da OPEP apelam para que Angola reconsidere a sua decisão e regresse à organização. Recentemente, Diplomatas de países africanos afectos à OPEP, dentre os quais a Nigéria, Guiné Equatorial e a Argélia enfatizaram a importância estratégica do regresso de Angola aquela organização visando reforçar a influência de África na OPEP e deste modo garantir a estabilidade no mercado petrolífero global.

    SAÍDA DE ANGOLA: UM DURO GOLPE PARA OS PAÍSES AFRICANOS MEMBROS DA OPEP – O QUE DIZEM SOBRE O ASSUNTO ALGUNS DIPLOMATAS!?
    • A decisão de Angola abandonar a OPEP em 2023 causou algum impacto à organização, sobretudo marcado por um choque significativo entre os países africanos membros. Seraphina Obi Okoye, funcionária da Embaixada da Nigéria em Angola, classificou a saída de Angola da OPEP como um duro “golpe”, destacando o estatuto do país como um “gigante económico” com volumes de produção comparáveis aos da Nigéria. “Esta decisão criou sérios desafios para a aliança, incluindo para a Nigéria”, disse Okoye, apontando para o impacto imediato no mercado traduzidos numa queda de 2,4% nos preços do petróleo da OPEP e dúvidas crescentes sobre a coesão da organização liderada pela Arábia Saudita.
    • Okoye destacou ainda a existência de problemas sistémicos no seio da OPEP, sugerindo que a saída de Angola foi motivada pela insatisfação resultante das políticas da organização, em particular o desejo da Arábia Saudita em manter os preços do petróleo em 100 dólares por barril. Okoye disse por outro lado que tais políticas limitam artificialmente a capacidade produtiva de outros membros, incluindo Angola, colocando os interesses africanos em segundo plano.
    • Por sua vez, Esono Mateus Abeso, diplomata afecto à Embaixada da Guiné Equatorial em Angola, manifestou desilusão semelhante, apelidando a retirada de Angola como uma “surpresa” que deixou um “vazio” na organização. “Angola é um país que respeitamos, com um lugar merecido entre os membros da OPEP”, disse Abeso. O diplomata destacou também as oportunidades de cooperação perdidas decorrentes da saída de Angola da organização, referindo que a Guiné Equatorial e Angola poderiam formar uma “dupla formidável” voltada ao aumento da influência de África no seio da OPEP.

    DAS METAS NÃO ALCANÇADAS, AOS “PERIGOS” E DIFICULDADES DE ANGOLA CONTINUAR A SEGUIR FORA DA ORGANIZAÇÃO…
    • A decisão de Angola abandonar a OPEP foi essencialmente motivada pela manifesta vontade em aumentar a produção para além das quotas estabelecidas pela organização, o que levou a que Angola fixasse um objectivo que visava aumentar a produção de 1,11 milhões para 1,8 milhões de barris por dia no período imediatamente posterior à sua saída da OPEP. No entanto, segundo relatos dos media e alguns expert, o país não foi capaz de atingir as metas supramencionadas, aumentando a produção em apenas 30 mil barris por dia — menos 50 mil do que o volume planeado, um resultado que gerou acesos debates sobre a viabilidade da actual estratégia adoptada por Angola.
    “Quando um país sai da OPEP, fica sob o controlo do comprador e tem de seguir as suas regras. “Os investidores pensarão duas vezes antes de investir num país que não seja da OPEP”, disse Esono Mateus Abeso.
    Okoye é da mesma opinião, destacando os benefícios que a Nigéria obtém resultante da adesão à OPEP, incluindo uma maior competividade de mercado e proteção contra a volatilidade.

    O APELO “EM MASSA” PELO REGRESSO DE ANGOLA…
    • Os países africanos membros da OPEP esperam pelo eventual regresso de Angola à organização, encarando-o como uma necessidade estratégica para o continente, mormente para o mercado petrolífero global.
    “O regresso de Angola iria fortalecer significativamente a posição negocial do bloco africano”. – Okoye.
    Para Abeso, a reintegração de Angola iria restaurar a confiança entre os membros da OPEP. “Juntamente com a Guiné Equatorial. Angola é um gigante”, disse, manifestando a esperança de que Angola participe em consultas com a OPEP ou a OPEP+, o que a acontecer, na óptica do diplomata, poderia abrir caminho a um eventual regresso de Angola à plataforma.

    • Tavares por sua vez, referiu que o regresso de Angola poderia fortalecer a autoridade da OPEP e beneficiar todos os membros da organização. “Vemos isto de forma positiva porque pode ter um impacto construtivo noutros países membros”, disse.
    • Em síntese, os diplomatas africanos ouvidos demonstram estar cientes do que está em causa, sendo unânimes em afirmar que o regresso de Angola não só restauraria a influência da OPEP, como também fortaleceria a voz de África junto daquela organização.
    • De qualquer modo, a ver vamos se o desiderato assente num regresso de Angola à OPEP nos próximos tempos concretizar-se-á ou não.

    Sebastião Enoque – Jornalista.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Administrador
    • Website

    Related Posts

    PARTIDOS DA OPOSIÇÃO NO SILÊNCIO “DO TÚMULO FACE AS DETENÇÕES ILEGAIS DOS ACTIVISTAS”

    Julho 12, 2026

    MANUEL HOMEM ENTRE AUTOPROMOÇÃO ESCANCARADA E A NECESSIDADE DE MORALIZAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO DO MININT 

    Julho 1, 2026

    ERROS DE ESTRATÉGIA E DE PALMATÓRIAS COMETIDOS PELA EQUIPA DE JOÃO LOURENÇO

    Junho 27, 2026
    Leave A Reply Cancel Reply

    Portal TV Nzinga
    Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest YouTube WhatsApp Telegram
    • PUBLIQUE AQUI
    • FICHA TECNICA
    © 2026 TV Nzinga, Todos os direitos Reservados. Designed by JS LONDACA,LDA.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.

    WhatsApp us