“Quando os maus governam o povo lagrima”, e é isso que temos visto, no dia a dia em Angola, pessoas morrem na luta pela procura do pão, enquanto que o país é de todos, uns engordam, outros emagrecem, é essa política do executivo de João Lourenço. Porém nesta semana, a nota negativa recai ao seu pelouro, que nada faz para libertar o “povo da fome e da miséria”
PEDRO KYANZUETO E MBUTA NTU
Com os olhos de ver, hoje todos percebem o estado de vida miserável que vivem milhões de angolanos, O Presidente João Lourenço, deviam é se auto demitir, sua governação, mostra-se péssima, paupérrima, agudizou drasticamente a pobreza multidimensional.
Aos dias de hoje, angolanos em sã consciência, disputam restos de comida em contentores de lixo, sob Olhar sereno e impávido, dos administradores municipais, que têm orçamento mensal de 25 milhões de kwanzas, destinados ao combate a fome e pobreza.
O exemplo mais acabado, que em condições normais, dava demissão a todo um governo, é a triste informação de dois menores que conheceram a morte muito mais cedo, tudo porque queriam alimentar -se, procuravam o que comer num carro de lixo, onde o pior aconteceu e por conta do fracasso de um combate a pobreza palhativivo, Angola perdereu mais duas crianças inofensivas.
E mais, outras milhares de pessoas, morrem por causa de fome, em diversas partes do território angolano, tudo porque há excesso de egoísmo de um grupo de pessoas que se acham mais angolanos em relação outros, tamanha insensibilidade, continua a matar crianças, jovens e idosos, que têm como principal restaurante os contentores de lixo.
O Presidente João Lourenço, precisa ser humilde e assumir que fracassou com suas políticas públicas, exclusivas que colocam no Mapa da fome milhões de angolanos, na linha da pobreza, há quem já diz que parte grande dos angolanos, vive hoje com menos de um dólar.
Por estás e demais razões que denunciam má governação, exclusão nas políticas de combate a fome abandono da população pelo governo, esta redação concede nota negativa ao Presidente da República João Lourenço e seu executivo, pelo total fracasso no combate a pobreza.

