Através do circular internar nº003/2025, a Direção da Viação Cidralia, LD, pertencente ao empresário de referência a nacional e internacional, Minoru Dondo, anunciou no dia 22 de Dezembro a suspensão temporária dos contratos de trabalhos aos 131 trabalhadores por razões conjuntas e económicas que a empresa atravessa.

 

REDAÇÃO PORTALTVNZINGA.COM

Já no dia 02 de Janeiro do ano em curso, através do comunicado nº01/2026, fruto da decisão do dia 30/12/2025 onde o colectivo de trabalhadores exigiam a extinção do posto em detrimento a suspensão, a empresa decidiu encontrar soluções do processo de indemnização, como consta no documento assinado e tornado público no dia 03 de Janeiro deste ano que, no dia 10 de Janeiro os funcionários teriam nas suas contas 50 por cento do valor da indemnização enquanto as outras diferenças cairiam nos próximos meses de Fevereiro e Março.

 

O empresário Minoru e a sua equipa violaram o documento por eles aprovados e, para atrasar o processo dos funcionários que clamam pela intervenção dos órgãos de tutela.

 

MINORU EMPURRA RESPONSABILIDADE DA CIDRALIA PARA MACON

 

A acta nº01/2026 de 08 de janeiro do ano em curso, os trabalhadores e as duas empresas do único dono reuniram na base da Macon pelas 10 horas, porém, o comunicado não esclareceu a modalidade de pagamento das indemnizações assim como os prazos.

 

De acordo com a acta, foram feitas transferências da responsabilidade a MACON porque a empresa autora da falência não possuía condições financeiras para arcar com as despesas das indemnizações.

 

Algum grupo atira a responsabilidade ao PCA da Macon e da CIDRALIA por atrasarem com o processo e a fonte interna da Macon revelou ao Factos Diários que o dono da companhia perdeu o interesse em ver o problema resolvido por este gozar da influência política, judicial e empresarial.

 

“Estamos a fazer a nossa parte, tanto que já fizemos o levantamento das despesas através das “Fichas de Cálculos Rescisório do Trabalhador”, as categorias e outras informações do trabalhador para ver se conseguimos pagar. O nosso maior problema é que existe agora uma morosidade nas orientações do chefe talvez por receber outras orientações extras, mas acreditamos que até Abril fechamos isso”, disse a fonte segura da MACON.

 

EMPRESA ORDENA O SILÊNCIO DOS SINDICALISTAS

 

Segundo os funcionários, os representantes do grupo, entre estes, Ortência Nzinga e Sapalo Eduardo, foram proibidos pela empresa de tecer qualquer esclarecimento público e ocultar informações ao colectivo de colaboradores. O Factos Diários enviou questionários aos coordenadores e estes até o momento não se pronunciaram.

FACTOS DIÁRIOS

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