Sob o apadrinhamento directo do Presidente João Lourenço, o Governo angolano oficializou um novo acordo financeiro que volta a colocar o Grupo MCA no centro dos grandes contratos públicos e agrava a dívida externa do país.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
Uma linha de crédito de 246,3 milhões de dólares norte-americanos, emitida pela Atradius Dutch State Business ao Ministério das Finanças de Angola, destinada à reabilitação da estrada que ligará Mavinga a Rivungo, foi assinada em Praga durante o fórum TXF Global 2026, tal como se lê no comunicado publicado no https://www.linkedin.com/posts/grupo-mca_mais-um-passo-decisivo-para-aproximar-comunidades-activity-7474870173313933312-z-x8/?originalSubdomain=pt pertencente ao Grupo MCA.
A adjudicação directa levanta novos questionamentos sobre os critérios de escolha desta empresa e o impacto real dos recorrentes financiamentos internacionais nas contas públicas angolanas.
Com base nos factos recém reportados pelo O Decreto, enquanto o discurso oficial classifica a reabilitação da estrada Mavinga-Rivungo como “um passo decisivo para aproximar comunidades e criar oportunidades”, os bastidores do negócio revelam uma teia e apadrinhamento financeiro que aprofunda a dependência externa de Angola.
Uma investigação do O Decreto mostra que a nova linha de crédito surge numa altura em que a sociedade civil exige maior transparência na contratação pública, uma vez que a escolha do Grupo MCA para actuar como empreiteiro EPC (Engenharia, Gestão de Compras e Construção) foi feita, mais uma vez, sob o mando da facilitação político-institucional no topo do Executivo


