Este caso do Maurício, o Subcomissário forjado, tem lá algumas doses de pura comédia onde se inclui a polícia nacional como uma das protagonistas principais. Ora bolas!! O Maurício passou por nós a coisa dum ano como Superintende-chefe e fazia a banga toda sem que ninguém tivesse alguma reserva dele, aprumado à rigor, com poucas palavras o Super-chefe conquistou o respeito da comunidade e com a patente de subcomissário as coisas ficaram mais melosas ainda, de tal sorte que a própria polícia lhe fazia a tal proteção de proximidade, apeados ou de motociclo quando estivesse nas redondezas dum piquenique ou num bar da esquina, era tanta bajulação ao serviço da sua Excelência Subcomissário, que a prontidão dos efectivos da polícia do Capapinha não deixavam dúvidas que estávamos diante dum verdadeiro chefão em ascensão galopante a um futuro comandante geral, só assim se explica a serventia toda que lhe era prestado. Sabe-se então, que muita boa gente estão de queixo caído, uns em profundo recolhimento por ter confiado nele alguma esperança no enquadramento da PN.

Se a polícia anda assim aos beijinhos e quase caem de cú quando aparece um tipo deste, é possível que andam por aí muitos Maurícios nas instituições públicas, isso põe em risco a nossa soberania, que em abono da verdade já está comprometida com a corrupção generalizada que estamos com ele. Vale lembrar que foi uma cidadã que descobriu a falsa do Maurício, até então para os agentes da polícia estava tudo bem bom com o chefe.

RANGER CARLOS

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