Os despedimentos de vários trabalhadores, na Shoprite, tem sido, por exclusão, em parte; aqueles que participaram da greve e os que não. A fonte revela que “as cartas de despedimentos estão saindo de forma paulatina e selectiva, com mãos do director geral da Shoprite Emílio Salvado, que se mostra arrogante e insensível.

Por: Redação

Adianta que alguns colegas(grevistas) que estavam quase a completar 5 anos para efetividade de de trabalho, faltando meses “a direção alega falta de dinheiro, estão sendo despedidos”.

Despedimentos de funcionários

ARROGÂNCIA
Revelam que a direção da Shoprite tem se mostrado insensível e arrogante, particularmente na pessoa do Director Geral, que é alérgico em dialogar.

“Ele é arrogante, e ignorante, acima de tudo alérgico”, contam.

Salário base de um gerente

De acordo com a fonte que vimos citando, assegura que o director vem dizendo que “a lei em Angola é dinheiro, e o que a Shoprite tem dinheiro”.

“Podem se queixar onde quiserem, não terão sucesso, temos dinheiro para pagar qualquer instituição”, são essas palavras de bloqueio que o director profere aos trabalhadores que reivindicam melhorias no ambiente de trabalho.

Director Geral da Shoprite Emílio Salvado

Os funcionários avançam que ” que na fase da greve, por três vezes, haviam sido notificados pela IGT para um encontro de reconciliação com a direção, entretanto não houve sucessos, tudo porque o inspetor Vassil Abreu Agostinho parecia advogado da empresa”.

“A solução da nossa greve foi vendida pelo inspetor, ele não fez nada, houve corrupção, com Shoprite e IGT, como é possível ficam insensíveis com a situação desumana que vivemos dentro da Shoprite” questionaram.

A nossa redação procurou ter o contraditório com a direção da empresa por causa das acusações que pesam ao director não obtivemos sucessos “e fomos maltratados.

Também envidamos esforços para ter contato com o inspetor, sem sucessos.

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