O coletivo de professores da escola comparticipada Jossuwana, no Panguila, encontra-se em greve por melhores condições de trabalho e aumento salarial. A situação, está a criar um mal estar entre está classe e a direção da escola, na pessoa da directora Diolinda Rodrigues, que ameaçou ” consequências graves” a quem aderisse á greve.

PEDRO KYANZUETO 

” Não querem pagar segundo o decreto presidencial que refere sobre o aumento salarial no mínimo 70 mil kzs”. Avançou a fonte.

Segundo o colectivo de professores, a direção da escola diz que arrecada mensalmente mais de 4 milhões de kwanzas, valor suficente para garantir aumento dos ordenados para pelo menos 70 mil mensal, mas a escola mostra resistência. Outra situação que constrange os homens do giz, é a diferença salarial entre os antigos e novos quadros docente.

O coletivo de professores, teme ainda o despedimento em massa sem justa causa por parte da direção e pede a intervenção urgente a quem de direito.

” Agora mesmo mandaram chamar novos candidatos para serem empregues nas nossas vagas, pedimos ajuda a administração municipal do Panguila, ao governo provincial do Bengo e demais órgãos “, clamou.

 

 

O coletivo de professores da escola comparticipada Jossuwana, no Panguila, encontra-se em greve por melhores condições de trabalho e aumento salarial. A situação, está a criar um mal estar entre está classe e a direção da escola, na pessoa da directora Diolinda Rodrigues, que ameaçou ” consequências graves” a quem aderisse á greve.

 

” Não querem pagar segundo o decreto presidencial que refere sobre o aumento salarial no mínimo 70 mil kzs”. Avançou a fonte.

 

Segundo o colectivo de professores, a direção da escola diz que arrecada mensalmente mais de 4 milhões de kwanzas, valor suficente para garantir aumento dos ordenados para pelo menos 70 mil mensal, mas a escola mostra resistência. Outra situação que constrange os homens do giz, é a diferença salarial entre os antigos e novos quadros docente.

 

O coletivo de professores, teme ainda o despedimento em massa sem justa causa por parte da direção e pede a intervenção urgente a quem de direito.

 

” Agora mesmo mandaram chamar novos candidatos para serem empregues nas nossas vagas, pedimos ajuda a administração municipal do Panguila, ao governo provincial do Bengo e demais órgãos “, clamou.

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