O empresário João Manico Henda, dono da universidade ISKA e membro do MPLA conhecido como “todo-poderoso”, é apontado em relatos como alguém que terá influenciado indevidamente o processo para ver estudantes detidos, o que levanta dúvidas sobre a justiça e a imparcialidade das instituições.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
Ao mesmo tempo, questiona-se a atuação das autoridades, que não esclareceram por que razão os estudantes pagaram pelas suas defesas sem serem devidamente representados. Isso reforça a perceção de injustiça, sobretudo quando os estudantes são presos enquanto o empresário, acusado de prejudicá-los, permanece livre e, alegadamente, interfere no processo.
Ainda assim, os estudantes simbolizam uma geração que luta por mudanças. Tentativas de silenciar essas vozes tendem a gerar mais resistência. Por isso, a solução passa por justiça, transparência e diálogo, e não por repressão.
Estudantes do ISKA


