CONTINUANDO NA MESMA ACTUADA, ABEL CHIVUKUVUKU, DECLARADAMENTE REINCIDENTE, SERÁ EM 2027 DURAMENTE PENALIZADO NAS URNAS PELA JUVENTUDE ANGOLANA E DEMAIS ELEITORES…
Nota Prévia: Em anexo ao presente post a foto da mais recente reunião do Executivo Nacional do PRA-JA – Servir Angola, um órgão cuja média de idade, pelos cálculos rápido que pude fazer transcende os 60 anos.
E agora pergunto eu: O que Chivukuvuku poderá reservar para vocês os jovens???
1. É notório que o Dr. Abel Chivukuvuku, feito teimoso cabeça dura, continua em pleno ano de 2025 preso a ideais e modus operandi que já no passado demonstraram ser de todo antiquados e contraproducentes: desde os execessivos vícios dos quais avultam o nepotismo, privilégios políticos e financeiros concedidos de mão beijada a amigos do conhaque e afins; restando à juventude somente “míseras” e vazias nomeações circunscritas ao exercício de funções meramente residuais cujo objecto é de todo distante dos principais centros de decisão política e financeira em torno do PRA-JA – Servir Angola.
Nota: Chivukuvuku, mantendo a passada actual (e porque tudo indica que irá no “momento certo” de modo bastante suptil demarcar-se da FPU) será em 2027, já distanciado da UNITA, duramente penalizado nas urnas pelo maior segmento eleitoral do país (a juventude), cujos anseios em momento algum vêm refletido nas práticas políticas do líder do PRA-JA – Servir Angola e suas estruturas partidárias.
Reparem que do gorduroso executivo central do PRA-JA – Servir Angola apresentado no final do ano transato à imprensa pouco mais de 90% é preenchido por mais velhos amigos de conhaque de longa data e familiares directos do Dr. Abel, não fosse o facto de que além de Chivukuvuku (Presidente), o seu Vice-presidente (XJ) ser seu amigo pessoal de longa data desde os tempos da UNITA; o Segundo Vice-presidente (JM) ser também seu amigo pessoal de longa data; o Secretário-geral do PRA-JA – Servir Angola (Américo Chivukuvuku) ser o seu irmão mais novo. Como se não bastasse num claro indicador de que o PRA-JA surge na arena política feito um clã político familiar e de BFF (Best Friend Forever) os demais departamentos estratégicos chaves daquela força política é de modo continuado ocupado, das duas uma, ou por familiares ou pelos Best Friend Forever do Dr. Abel, aliás os mais atentos à dinâmica política angolana devem ter percebido que Chivukuvuku visando acomodar ao máximo familiares directos e seus Best Friend Forever fez ginásticas e acrobacias nunca antes vista nas organizações políticas em Angola ao criar cargos lunáticos e antiquados tal como a pasta de Secretário Nacional do Senado entregue a um dos seus Best Friend Forever, o Mais Velho Leonel Gomes.
2. Portanto não restam dúvidas de que estamos diante de uma série de vícios antigos trazidos novamente à ribalta política nacional por quem melhor do que ninguém o sabe fazer: o Dr. Abel Epalanga Chivukuvuku, práticas que de modo claro e inequívoco se traduzem num claro desprezo, marginalização e sobretudo num insulto às capacidades intelectuais dos jovens políticos afectos ao PRA-JA, extensivo à juventude angolana ávida por participar activamente dos mais diversos processos políticos voltados a melhoria de Angola e consequente condições e qualidade de vida dos cidadãos.
Nota: Se recuarmos num passado não muito distante facilmente percebemos que o Dr. Abel Chivukuvuku é reincidente em práticas do género até porque os factos falam por si, a título de exemplo:
• Os Deputados do PRA-JA na presente legislatura eleitos pela lista da UNITA no âmbito da FPU, escolhidos a dedo em 2022 pelo Dr. Abel, a excepção de um ou dois, são todos amigos, familiares e afins ou gente com um forte grau de afinidade com Chivukuvuku. *Desafio Lançado Investiguem…
• Acto contínuo, no período imediatamente posterior às últimas eleições gerais, em sede de indicação para cargos remuneratórios chorudos, sobretudo ao nível da Assembleia Nacional, Chivukuvuku voltou a acomodar em massa uma enxurrada de amigos, familiares, filhos de amigos chegados e afins para a ocupação dos referidos cargos facto que mais uma vez confirmam a forte veia nepótica de Abel Chivukuvuku, acrescido ao desprezo pelo mérito de alguns jovens que considero tristes e infelizes, afectos ao PRA-JA – Servir Angola que infelizmente na luta entre o cérebro e o estômago viram o último elemento vencer, pelo que enquanto aguardam ansiosamente pelo TACHO não podem mugir nem tugir, sob pena de nunca serem chamados para a mesa do banquete pelo Dom Chivuku.
3. Reitero, teimosamente Abel Chivukuvuku demonstra-se incapaz de fazer as mais sublimes leituras dos ventos políticos actuais, perdendo a todo instante simpatia junto do “eleitorado inteligente” do país, da juventude em particular, pelo que a mim não restam dúvidas e porque os factos hoje por hoje são mais do que visíveis a olho de gente que queira ver, razão pela qual desde o surgimento enigmático do PRA-JA o máximo que Chivukuvuku nas suas andanças pelas praças e musseques tem vindo a “capturar” em termos de tecido eleitoral não é mais se não um ELEITORADO RÚSTICO, do qual despontam cidadãos de baixa visibilidade e faro sócio-político, sem capacidade de influenciar os mais diversos processos de transformação e feitura de opinião política que nos levarão às eleições gerais aprazadas para 2027.
4. Sempre alertamos sobre a grandiosidade de desprezo do Dr. Abel Chivukuvuku pelos quadros jovens angolanos, porém fomos sistematicamente sendo muito mal compreendidos, felizmente hoje, mais do que nunca a cada dia a veracidade dos factos feito azeite sobre a água vem ao de cima a uma velocidade estarrecedora, encarregando-se os factos de por si só colocar os traços nos “T” e os pontos nos “I”.
Em suma, particularmente não tenho dúvidas, de que reincidente como é, continuando na mesma actuada, decerto Chivukuvuku em 2027 irá colher nas urnas um desprezo massivo do eleitorado jovem, por sinal aquele que compõe a larga maioria da totalidade demográfica eleitoral do país.
– Smith Adebayo Chicoty – Consultor Jurídico-Político e Especialista em Comunicação Estratégica, em Reflexão Política da Semana;
Em Luanda, aos 12 de Janeiro de 2025.