Carvão Hortelã e Silveira empresas prestadoras de serviços da Ende, acusadas de extorquir clientes com cortes arbitrários no Zango Província do Icolo e Bengo Município do Calumbo.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
É recorrente Na Lente do Crime receber denúncias de cortes de energia elétrica, arbitrariamente com o propósito de extorquir os moradores em KZ 11 mil e 500,00 a KZ 17.500,00 com pretexto de pagamento de religação, venda de aparelhos pós-pago no valor monetário de KZ 75 mil.
Os funcionários destas empresas utilizam trajes com o timbre da Empresa Nacional de Destruição de Energia (Ende), daí A críticas repercutir para a Ende.
Nos depoimentos, os moradores acusam que eles (funcionários) efectuarem cortes de energia elétrica arbitrariamente, sem aviso prévio, “refugiando-se” no argumento de cortes de religação, para exigir pagamento em valores monetários que vão desde KZ 11 mil e 500.00 Kwanzas em residências e KZ 17 mil em ligações trifásicas (empresas).
Estas empresas, são também acusados de protagonizarem avarias nos aparelhos electrónicos de recargas de energia elétrica para depois, estipular cálculos de pagamento altos no sistema pós-pago daí tirarem rendimentos, conta.
A tática
Segundo os entrevistados, a táctica consiste, apontam: “emitir factura cobrança nas quinta-feira e na sexta-feira surgem e executam cortes sem aviso prévio.
Maria do Céu (nome fictício), “eu tenho as contas pagas, como o senhor Jornalista pode ver, na sexta-feira 17, veio a equipa da Ende e fez o corte da energia comigo dentro de casa sem me terem contacto antes, eles deve respeitar o cliente. Peço a direção da Ende, que voltem a nos colocar o sistema pós-pago. Os funcionários da Ende avariaram os aparelhos desta quadra (G) toda e dizem para adquirirmos novos aparelhos no valor de KZ 75 mil”.
A Ende, criou empresas prestadoras de serviço e estas estão encarregues de fazerem cobranças e cortes de energia elétrica aos clientes.
Outra moradora que não quis identificar-se disse ao Na Lente do Crime, ” estes funcionários menos sérios, são os mesmos que a 3/4 meses vieram cá substituir o sistema pré-pago para pós-pago, eles são responsáveis pela avaria dos aparelhos, para tirarem rendimentos, acusa.
Repara que, antes tínhamos o sistema pós-pago e não tínhamos complicação alguma e pagava pelo consumo mensal KZ 7/8 mil, hoje fazem estimativas e chegamos a pagar 15/20 mil com os mesmos meios domésticos.
Manuel Adão, proprietário de um restaurante no Zango 1 ao Na Lente do Crime, ” caríssimo eu sou vítima da empresa Silveira contratada pela Ende, antes pagava KZ 187 mil, hoje pago KZ 240/300 mil mês, quer dizer chega cá um funcionário e dita as suas regras, caso contrário ameaça cortar a energia elétrica e muitas vezes corta mesmo, imagine os preguiçosos um restaurante como este sem energia durante um fim-de-semana.
È como tudo nê, nós somos clientes, muitas vezes esquecemos de pagar a energia, eles aproveitam-se disso. Penso que existe um período de advertência nê?
… Nós já não soubemos por onde nos queixar, eles fornecem um número de telefone para reclamações só que o tal número nunca atendem.
Aí mesmo és obrigado a negociar com ele, uma taxa de religação. Estamos cansados com isso.
No contraditório a equipa do Na Lente do Crime ouviu o responsável da empresa Silveira ” os cortes são efetuados depois de 10 dias de advertências por via do telemóvel do proprietário, agora se eles não têm observado já não nos diz respeito, as religação são justas.
