Enquanto o BAI entrega 13 milhões de dólares a um estrangeiro, o empresário angolano é tratado como mendigo, incapaz de obter 20 mil dólares para produzir, empregar e crescer. Isto não é má gestão — é traição económica.
Um país que nega crédito aos seus filhos e privilegia interesses externos está a condenar-se à dependência eterna. A governação do MPLA mostra, mais uma vez, que não governa para o angolano trabalhador, mas para elites e estrangeiros bem conectados.
Sem empresários nacionais fortes, não há soberania, não há desenvolvimento, não há futuro. O que existe é colonialismo financeiro disfarçado.
Defender o empresário angolano não é ódio ao estrangeiro — é amor à pátria.
Angola para os angolanos.
Francisco Teixeira
Militante da Educação
