Na mais recente aparição pública do sociólogo João Paulo Nganga, ao lado do antigo Presidente do MEA, Francisco Teixeira, gerou vários debates na redes sociais, até inveja de certas pessoas.
PEDRO KYANZUETO
A sua ausência nas lides públicas durante algum tempo, é o busílis da questão, porém desta vez, apareceu “que nem já um vulcão”.
Depois disso, o activista Dito Dali, acusou o sociólogo de ser corrompido pelo regime angolano, liderado por João Lourenço, e de colocar sua família em empregos na função pública, em troca de silêncio contra má governação da era Lourenço.
Uma fonte próxima da TV NZINGA, disse que Nganga, desvaloriza acusações, considerando mentirosas, insultuosas e sem razão de ser, alimentando ódio nacional contra sua imagem.
Na visão do sociólogo, o Activista está obedecer uma agenda de um alegado gabinete de ódio, que tem como objetivo “assassinar o carácter” de quem se recusa a andar nas ideias desta agenda.
” Então, a televisão tem vários comentadores, tem sua linha editorial própria, eu não posso exigir que me convidem para analisar, não sou único analista. O Albino Pakisi, hoje também já não faz comentários, será que foi corrompido para não falar mais e mateu sua família em empregos na função pública”? Questionou.
João Paulo Nganga, é conhecido pelas suas análises políticas, sociais e económicas certeiras, na televisão angolana, e sua ausência, deixou saudades aos angolanos, que o apelidam de profeta, país, Angola vive o marasmo econômico e político que anteviu o sociólogo.
