Num encontro realizado ontem sexta-feira,18 de Janeiro, pelo PRA-JÁ SERVIR ANGOLA e a FPU, numa das unidades hoteleira da cidade capital onde foram convidados jornalistas, líderes de opiniões e Sociedade Civil, no geral, com vista a esclarecer a opinião pública e internacional sobre os últimos acontecimentos no PRA-JÁ (sua legalização) e na plataforma política FPU (seu futuro).
POR: TAVARES GABRIEL
O encontro contou com a presença dos três lideres que compõem a plataforma política FPU, O presidente do GALO NEGRO Adalberto Costa Júnior, o líder do PRA-JÁ Abel Chivukuvuku, e o vice Presidente do BD Nelson Bonavena.
Ao tomar a palavra, o director do órgão de comunicação social TV HORA H, Escrivão José, lançou duras críticas a UNITA e ao seu líder Adalberto Costa Júnior, afirmando que a UNITA e o seu líder “decepcionaram os angolanos nas eleições de 2022.”
O Responsável da TV HORA H, aconselhou o PRA-JÁ SERVIR ANGOLA e o seu líder Abel Chivukuvuku a não se juntarem a UNITA e a FPU em 2027, sob pena de sofrerem sanções duras nas eleições de 2027.
” Eu particularmente gosto da posição dos discursos do senhor, os seus discursos trazem ESPERANÇA, eu falo até aos meus Jornalistas da redação que os discursos do doutor Abel trazem esperança mesmo com fome você a ouvir o seu discurso trazem esperança ao cidadão e eu aconselho até o doutor Abel a caminhar sozinho nas eleições de eleições de 2027.” frisou
Escrivão José vai mais a fundo ao propalar que o ex.mandatário do partido dos MANINHOS, Isaías Samakuva havia engolido “SAPOS” face as eleições que ocorreram no período de 2012/2017, e que o engenheiro ACJ frustrou com as ambições dos angolanos nas eleições de 2022.
“Os SAPOS alguns foram engolidos pelo doutor Isaías Samakuva. Tivemos esperança em 2022 com o engenheiro Adalberto Costa Júnior, infelizmente nos decepcionou porque todos os angolanos tanto a sociedade civil, os políticos confiaram ao engenheiro Adalberto, o MPLA estava desavindo na altura era o momento certo para o engenheiro Adalberto meter o povo à rua.” Salientou
Olhando para o sector da comunicação social, o jornalista Escrivão José, apegou-se no facto de que a imprensa pública não tem dado voz e imagem a oposição, e que, é a imprensa privado que tem dado voz e imagem aos partidos na oposição.
Escrivão, lamentou o facto de que a imprensa privada ao dar voz e imagem a oposição são privados de criarem negócios e lhes são negados alguns financiamentos, e que a imprensa privada vive a mendigar.
“Nos que abraçamos a imprensa privada somos mendigos, somos pedintes mas fizemos imagens para aqueles que chegam até Assembleia Nacional, andam com carros de luxo vivem bem enquanto que jornalistas que dão a sua vida para fazer imagem das actividades dos partidos políticos não têm apoio nem mesmo nos partidos na oposição que beneficiam dos esforço dos órgãos de comunicação social privado.” lamentou.