Associação de Promoção de Empregabilidade, denuncia, insensibilidade das instituições públicas na materialização do quinquênio da empregabilidade, colocando em contramão às orientações do Presidente da República.
De acordo com a nota enviada á nossa redação, dá conta que um grupo de auxiliares de João Lourenço, vem impedindo às questões voltada ao empregado no seio dos jovens.
Adianta que o Ministério da Administração Pública Emprego e Segurança Social, da Juventude e Desportos são inoperantes na execução das políticas públicas para juventude.

“As instituições se fecharam em si mesma, muitas vezes fazem-se de ouvidos de mercadores”, lamentou, no mesmo documento acrescenta que essas instituições supracitadas criam bloqueios, para que APEJ, seja um parceiro ideal, para transformar iniciativas no quesito emprego, pois que negam ao diálogo aberto, franco, criando assim um clima “subversivo e atentatório aos sonhos e aspirações da juventude angolana”
“A direção da APEJ, alerta, ao presidente João Lourenço para uma atenção virada aos pequenos monopólios de interesse instalado nas instituições supracitada”, alertou.
No final, apelou, que as instituições e órgãos públicos, a terem, maior responsabilidades para materialização das políticas da juventude, agindo de modo inclusivo, no acesso ao emprego, formação.
APEJ é uma organização constituída nos termos da lei e da constituição, com propósito de promover acções que possam gerar empregos.