QUALIDADE DA ÁGUA ASSOCIADA AO SURTO DE CÓLERA
Estações de tratamento de água obrigadas a partilharem recursos. A demais, a rotura no Stock é justificada com dívidas a fornecedores.
Por conta disso, não são utilizadas as quantidades adequadas de produtos de tratamento de água como forma de contenção.
João Lourenço deve assumir a decisão que se impõe para a defesa da imagem interna e externa das instituições do Estado e para o bem do país.
A Empresa Pública de Águas de Luanda(EPAL) debate-se com dificuldades de falta de produtos para o tratamento da água, de modo a tomar a água potável, apurou o jornal MAKAMAVULO de fontes ligadas a instituição pública.
O cenário de dificuldades de produtos essenciais para o tratamento de água arrasta-se desde já há algum tempo, com tendência de agravamento, tendo deixado agastados os funcionários do laboratório das Estações de Tratamento de Águas(ETA).
A EPAL tem escassez de produto para o tratamento de águas de abastecimento público em Luanda, o Ministro Borges não ordenou a compra de sulfato de alumínio, gás cloro, polímero e hipoclorito de cálcio.
Falta de tudo desde sulfato de alumínio, gás cloro, polímero e hipoclorito de cálcio.
As várias ETA são obrigadas a ajudarem-se mutuamente sempre com os poucos produtos que têm recebido, dando as outras que estão sem stock.
As fontes contam que não se cria mais stock nos armazéns, estando actualmente mais vazios.
Com o pouco que são entregues, têm que procurar gerir para não esgotar emediatamente, além de apoiarem as outras estações próximas que apresentam ausência de produtos.
Os nossos governantes eles não bebem água de Angola, usam água importada do estrangeiro, a nossa água da EPAL servi para lavar carros e regar as plantas etc.
Por certas vezes tem jorrado de cor amarela nas torneiras em algumas zonas da capital, temos stock somente para a zona vip da capital, as outras zonas têm de suportar com o caso de cólera, porque estamos sem meios para dar a boa qualidade de água aos habitantes da capital nas zonas de segunda classe.
Verdade que se vive cá na EPAL, disse a fonte.
Por: Lindo António/Tanque do Cazenga.