Médicos que se encontram em formação especializada em várias unidades hospitalares de Angola, denunciam, alegados atrasos no pagamento dos subsídios de formação e reclamam, um esclarecimento oficial da Unidade de Implementação do Projecto (UIP), ligada ao Programa de Formação de Recursos Humanos, para a Cobertura Universal de Saúde, e do Ministério da Saúde.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
Entre as unidades hospitalares mencionadas pelos profissionais estão ANZACOT, Complexo Hospitalar Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, Complexo Pedro Maria Tonha “Pedalé”, Maria Pia, Hospital Geral Bispo Emílio de Carvalho, Hospital Geral do Prenda, Hospital dos Heróis do Kifangondo, bem como unidades do Bengo, e do Cuanza Norte, e a nível do país.
Qual é a situação actual dos pagamentos dos subsídios aos médicos em formação?
Que dificuldades estão na origem dos eventuais atrasos?
Quando serão pagos os valores em atraso, caso se confirmem?
Todos os médicos elegíveis foram incluídos no processamento dos pagamentos?
Até ao momento, não foi possível confirmar, nas fontes consultadas, uma explicação oficial específica para a situação denunciada.
A formação de médicos especialistas é fundamental para o reforço do Sistema Nacional de Saúde. Por isso, os profissionais merecem transparência, informação clara e uma resposta institucional sobre os seus subsídios.
FONTE: ANÔNIMO (MÉDICO)
