Bruno Francisco, Bastos e Pascoal, afectos a administração do município do Calumbo, sendo o Pascoal, o único sobrevivente na administração, são acusados de recebimento de valores monetários ilicitamente no documento falsificado nº 0176/AMC/DMTTM/2025, depois de um “baile” desde o dia 12 de Novembro de 2025, altura que se emitiu a fraude, finalmente quinta-feira 08.10.26 “vomitaram” o que tinham engolido erradamente no dia 7 de Outubro de 2025.
REDACÇÃO PORTALTVNZINGA.COM
Elisa Cunado Pembele, 37 anos (lesada), disse ao Na Lente do Crime, “a minha pretensão é responsabilizar os infractores civil e criminalmente, uma vez que falsificação de documentos é crime e punível na Lei angolana, apesar do gesto (pagamento,) vai continuar acompanhar o processo-crime, para ser exemplo para os demais fiscais e não só.
A entrevistada disse também que, depois de vezes sem conta, com várias idas e voltas a administração local e nos Serviços de Investigação Criminal (SIC), no processo nº 466/26 – PGR, sob investigação do senhor Mário Monteiro do SIC, acredita que o processo terá pernas para andar.
Na Lente do Crime, vem acompanhando a lesada e no mês de Agosto, na companhia da nossa equipa de reportagem, foram recebidos por Francisco Tchipilica, administrador do município do Calumbo. Tchipilica irritado, dirigiu-se a sala de trabalho do Pascoal, depois de ouvir-lhe recomendou que o mesmo fizesse a devolução dos valores a lesada num período de idois dias.
Por que razão, não sabe o Na Lente do Crime, no dia combinado, na companhia da lesada foi ao encontro do Pascoal, este não se fez presente no local de serviço, fomos encaminhados para a sala do director António Pedro Mufuque e seu adjunto, conhecido apenas por Jesus. Prometeram dar solução do problema, retribuindo os valores em três dias.
Outra desilusão
António Mufuque e Jesus, foram outras decepções para Elisa Pembele, conta: “aqui encontrei outro “baile”, vem amanhã, ligo-lhe mais tarde, para depois dizer, já que o caso encontra-se no SIC, vamos ter que aguardar o pronunciamento do SIC. Mais também apercebi-me que, três munícipes encontram-se nesta condição”, disse.
Do SIC-Calumbo, Pascoal foi orientado a fazer a devolução dos valores monetários a lesada. Infelizmente o “trio” pensa ser os super fiscais, tendo em conta a existência do super administrador adjunto para Área Técnica Infraestruturas e Serviços Comunitários Joelson Joaquim da Costa Gomes.
Há falta de autoridade administrativa no município do Calumbo, tudo isto, porque Francisco Tchipilica, herdou o fardo do pessoal que habituou-se a roubar o erário público, não têm qualquer responsabilidade com a coisa “alheia” do Estado.
Recomendação
Senhor administrador Francisco Tchipilica, o poder é para ser exercido, confesso nunca ter ouvido alguém que aponte o dedo ao senhor como incompetente ou leviano, fala-se sim de boas referências desde o município do Bom Jesus, asseverou a lesada ao Na Lente do Crime.
…O senhor está cercado de “lobos com pele de cordeiro”, dizia um velho amigo, “com amigos assim não precisa fazer inimigos”, sim é isso mesmo.
