“Tenente Amaral, queremos nosso, dinheiro, você roubou, o nosso dinheiro, fomos burlados”, foram essas palavras que, mais de 1200 trabalhadores Brigada Especial de Limpeza da Casa de Segurança da Presidência da República, clamavam pelos nossos microfones.
POR: MBUNTA NTU
O acusado é o Tenente General António Carlos do Amaral, que está no rolo deste processo. O General é Director do Gabinete Jurídico do Presidente da República João Lourenço.
O caso remonta, há mais de 10 anos, tudo porque os funcionários, foram colocados, em casa, sem indemnizações nenhuma. Depois de largos meses de luta no tribunal, o caso teve um desfecho, numa quantia de 8,296,155,098.00 (oito mil milhões, duzentos e noventa e seis milhões, cento e cinco mil, noventa e oito cêntimos), para ressarcir os ex trabalhadores.

Ademais, os trabalhadores, frisam, que do Amaral, tem dando voltas, em cima de voltas, e o tempo se esgota, deixando pais, avós de família na indulgência social.
Adiantam que muitos dos trabalhadores, sobrevivem de contentores de lixo, face a situação social que o país atravessa. Porém, Amaral não tem medido essas condições, usando influências, no poder para que não haja “soluções até ao dado momento”.
“Nós estamos a ser burlados, pelo Tenente General do Amaral, fomos burlados”, disseram.
Esclarecem que “Luís Martinho Lunga – Advogados, com Tenente António Carlos do Amaral, fizeram um pré acordo, sem o consentimento de mais dos 1200 ex-trabalhadores da Brigada Especial de Limpeza”.
“Eles fizeram pré acordo, sem o nosso consentimento, general não faz sofrer o povo, quem é general não faz isso, assim esse pré acordo serviu para que”, questionam.
Com isso, o ex-trabalhadores, exortam ao Presidente da República João Lourenço, que coloque mãos, na situação, com urgência, porque há pessoas que estão a morrer de fome.
“Senhor Presidente da República, nos apoia”, apelaram.
EM DESENVOLVIMENTO….
