Anciã de 75 anos Esperança Mateus Lopes, acusa a administração de Viana, e da Baia, agentes da Polícia nacional e da PCU, de estarem a criar terror na sua família, devido uma parcela de terra, localizada na zona do Platô, tudo para favorecer um chinês que nunca apareceu nas audições.
POR: MBUTA NTU
Lopes conta que adquiriu o espaço no tempo do primeiro Presidente António Agostinho Neto, para fomento de agricultura, nos anos de 1979, em diante.
Em 2012, com desenvolvimento da zona, o espaço estava ser cobiçado por alguns invasores, e com a doença que carregava no corpo, na província de Malanje, distante de Luanda, o espaço começou a ser cobiçado, foi daí que decidiu vender parte á parte do seu terreno, onde muitos cidadãos colocaram o primeiro bloco e assim dar seguimento da construção da casa própria.

Em 2022, foi chamada pela administração para apresentar a titularidade do terreno, devidamente equipada apresentou. O caos se instalou, conta Esperança Mateus Lopes, porque a administração se remeteu ao silêncio, dizendo simplesmente que o espaço é de um chinês.

“Que chinês é esse, que trouxe o terreno no contentor até aqui “, indagou ainda, como isso foi possível, pediu que nas audições que foi convocada por 4 vezes ao SIC que aparecesse o chinês, mas este nunca apareceu.
“Quando fui convocada para ir á administração da Baia,de modo a responder o processo apareceu o advogado do chinês, este depois de um tempo desapareceu “.
Fim á cabo, os agentes imbuídos de força, e alguns homens da fiscalização, começaram a demolir as casas ora construídas naquele local, até a casa da anciã, que chora amargamente pelas demolições, uma vez que passa noite ao relento.

“Foram demolidas todas as casas até a minha, isso é máfia, e ainda por cima querem nos matar num espaço que é meu”, lamentou, ainda pediu: peço ao Presidente que me ajude, eu também sou angolana, estou cansada”.

TENTAMOS ENVIDAR ESFORÇOS PARA FALAR COM ADMINISTRADOR MUNICIPAL SEM SUCESSOS
MATÉRIA EM DESENVOLVIMENTO…..