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    TOMÁS BICA REMA CONTRA MARÉ COM CLICHÊS POLÍTICO: SE EU FOSSE O ADILSON HACH, UM CONSELHO DE CAMARADA PARA CAMARADA

    AdministradorBy AdministradorOutubro 27, 2024Updated:Outubro 27, 2024Sem comentários6 Mins Read
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    O texto intitulado “SE EU FOSSE O ADILSON HACH, UM CONSELHO DE CAMARADA PARA CAMARADA”, redigido por Tomás Bica, apresenta várias falhas que desvalorizam seu conteúdo e enfraquecem a mensagem que busca transmitir. A seguir, será feita uma análise crítica do artigo, abordando tanto a sua estrutura quanto o seu argumento.

    1. *Falta de Coerência Argumentativa*

    Um dos principais problemas do texto é a ausência de uma coerência argumentativa sólida. O autor inicia com a afirmação de que “a experiência é a mãe da vitória”, mas não desenvolve essa ideia de maneira consistente ao longo do texto. Essa introdução, que deveria ser um ponto central do argumento, perde-se entre parágrafos mal conectados e que não trazem exemplos concretos que justifiquem tal afirmação. A falta de uma linha de raciocínio clara torna o artigo confuso e difícil de acompanhar.

    *2. Posicionamento Ambíguo e Manipulador*

    Embora o texto aparente ser um “conselho de camarada para camarada”, seu conteúdo revela um claro posicionamento contra Adilson Hach. O autor parece oferecer conselhos com a intenção de proteger o percurso político do jovem, mas termina apoiando publicamente outro candidato, Justino Capapinha. Essa ambiguidade revela uma tentativa disfarçada de descredibilizar Adilson, enquanto se promove abertamente outro nome. Em vez de se assumir como uma análise imparcial ou um conselho genuíno, o texto é um ataque velado à candidatura de Adilson.

    *3. Expressões Vagamente Definidas*

    O autor faz uso de expressões vagas, como “jovem turco” e “opositor”, que carecem de definição no contexto em que são aplicadas. Termos como esses, usados de forma superficial, apenas aumentam a confusão e enfraquecem a crítica. Ao não explicar claramente o que pretende com essas expressões, o autor perde a oportunidade de fundamentar adequadamente suas críticas, transformando o texto numa colagem de lugares-comuns da retórica política.

    *4. Sugestões Contraditórias*

    Uma contradição importante no texto diz respeito às sugestões oferecidas ao jovem Adilson. O autor defende que ele deveria abandonar o cargo de primeiro secretário da JMPLA no Namibe, apesar de ter sido eleito para tal posição de forma legítima pelos delegados. Ao mesmo tempo, o autor afirma que Adilson deveria se concentrar em formar uma boa equipa de trabalho e mostrar resultados na província. Ao sugerir que Adilson abdique de sua posição, o autor contradiz a própria lógica de “mostrar trabalho” que ele sugere, confundindo ainda mais a mensagem.

    Além disso, o argumento de que “tentar a sorte é na loteria” não oferece uma visão construtiva sobre os desafios e os riscos naturais de uma carreira política. A política é, em grande parte, uma arena de riscos calculados, e sugerir que Adilson evite desafios por medo de perder é uma posição que ignora o papel da coragem e da ambição na construção de lideranças.

    *5. Pseudo-Ética Mal Fundamentada*

    Outro ponto de crítica refere-se à tentativa do autor de impor um padrão ético questionável. Bica sugere que Adilson deveria abdicar do cargo de primeiro secretário provincial “por uma questão ética”, mas não oferece base legal ou regimental que justifique tal posição. A ética, quando mal aplicada, torna-se apenas uma ferramenta retórica para legitimar o discurso, e é exatamente isso que o autor faz aqui. Ao não apresentar um argumento sólido que fundamente a necessidade de Adilson abdicar do cargo, a sugestão soa manipuladora e oportunista.

    *6. Redundância e Linguagem Superficial*

    O texto sofre com a redundância de ideias e uma linguagem excessivamente superficial. A frase “montar uma boa equipa de trabalho” é repetida em diversas partes do artigo, sem que o autor ofereça mais detalhes sobre o que considera como uma equipa ideal, ou sobre quais estratégias Adilson poderia adotar para atingir tal objetivo. O uso de clichês políticos como “esperança da juventude” também contribui para a falta de profundidade da análise. O texto, em vez de oferecer uma reflexão substancial sobre a situação política de Adilson, opta por uma abordagem superficial e simplista.

    *7. Ataque Disfarçado de Conselho*

    Apesar do título sugerir que se trata de um conselho, o texto, na realidade, funciona como um ataque disfarçado à candidatura de Adilson. Ao longo do artigo, o autor finge oferecer uma orientação amistosa, mas constantemente desvaloriza a posição e as decisões de Adilson, promovendo, ao mesmo tempo, o candidato Justino Capapinha. Esse tipo de discurso desonesto enfraquece ainda mais o artigo, que poderia ter sido uma análise política construtiva, mas se transforma num discurso tendencioso.

    *Conclusão*

    O texto “SE EU FOSSE O ADILSON HACH, UM CONSELHO DE CAMARADA PARA CAMARADA” é, essencialmente, uma peça de retórica política mal construída. Ele peca pela falta de coerência, por posicionamentos ambíguos e manipuladores, pelo uso de expressões vagas e clichês políticos. Além disso, apresenta uma tentativa forçada de impor uma ética pseudo-justificada, sem qualquer fundamento sólido. Ao invés de fornecer uma crítica construtiva ou uma análise política robusta, o autor opta por atacar disfarçadamente o jovem Adilson Hach, promovendo um outro candidato de forma evidente. Em suma, o artigo é desvalorizado por sua superficialidade, suas contradições e sua falta de clareza, sendo mais um exemplo de retórica vazia do que de análise política substancial.

    ENTÃO AQUI FICAM ALGUMAS QUESTÕES:

    1 – Tomás Bica é mesmo jurista? Vem de que escola? Como se sentem os teus professores ao lerem os teus textos?

    2 – Este é um exemplo de um membro do C C do MPLA? Não sabe escrever JMPLA, Comité Central, Ex – Primeiro Secretário Provincial da JMPLA?

    3 – Sobre ética não tens nada ensinar. Não tens exemplo nenhum. Bica ainda recordas porque que não terminaste o mandato de Primeiro Secretário Provincial da JMPLA de Luanda. Porque falta de ética e sobretudo de edução.

    4 – Sabes porque que não terminaste o quinquênio como Administrador Municipal do Cazenga? Porque falta de ética e respeito, corrupção e soberbisse.

    5 – É uma vergonha ver-te neste papel de bajulador do Jovem Capapinha, com objectivo de recuperares a tua imagem junto do Pai dele depôs de seres desonesto com o mesmo. Ou seja ficaste com o dinheiro 💰 da mixa…

    6 – Como é possível que uma pessoa que não é exemplo, pode dar exemplo aos outros?

    POR: AA

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